O Brasil é o 2º maior país no mundo em número de piscinas instaladas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

A utilização de piscinas tem sofrido nos últimos anos um crescimento notável devido a uma maior conscientização da importância social e dos benefícios físicos e psicológicos que esta atividade proporciona. Este incremento na utilização de piscinas deve-se ainda a fatores como o nível de poluição das águas fluviais e costeiras e a crescente dificuldade no acesso às praias por sobrelotação.

Ao interesse por esta atividade lúdica tem correspondido um investimento (público e privado) na construção de novas e cada vez mais sofisticadas instalações desportivas destinadas à prática da natação. Estes investimentos vieram contribuir para o desenvolvimento de novas tecnologias (equipamento e produtos) que minimizam os eventuais efeitos negativos para a saúde pública associados à qualidade da água das piscinas.

Para além de um tratamento físico (completa o ciclo de limpeza, pela filtragem da piscina, aspiração da sujeira depositada no fundo) é imprescindível assegurar à água de uma piscina um tratamento químico correto e regular de modo a que ela esteja sempre em perfeitas condições de utilização. Sem este tratamento a piscina poderá representar um risco para a saúde e segurança dos seus utilizadores.

Para que isso não aconteça existe uma variada gama de produtos químicos que vão desde os corretores de pH e de equilíbrio da água, aos clarificantes, desinfectantes e algicidas, para a realização de um tratamento químico eficaz, de acordo com as seguintes funções:


Cloro Orgânico: Desinfectante

Clarificante: Função de decantar e clarear a água da piscina

Algicidas: Utilizado para combater as algas na piscina (água esverdeada)

Elevador de pH: Aumenta o pH da água

Redutor de pH: Diminui o pH da água

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